sábado, 28 de janeiro de 2012

Ó Zé? Ó Zé?
Cadê meu lenço?
Cadê meu terço?
Cadê minha fé, minha paz e meu amor?

Ah você, roubou!
Ah foi você que roubou!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

E eu que pensei que tinha encontrado aquele amigo que eu sempre pedia.
Sabe, daqueles que Deus te manda como um anjo da guarda!
Eu procurei tanto, até que desisti.
Mas um dia, sem notar você apareceu.
E logo logo eu já sorri.
E como você tirava tão fácil um sorriso de mim.
Já eu que nunca fui muito lá de sorrir.
Você que gostava dos meus gostos e se comovia todo quanto te chamava de meu amigo.
Ah, meu grande amigo!
Que sabia conversar de coisas simples, tão simples.
Que eu podia contar do que vi de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. E que tanto dizia que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque merece ser vivida. Foi com você que eu aprendi a rir e a ter esperança de que a vida pode melhorar.
Ah, meu grande amigo!
Só podia, ouvia, queria, sabia, gostava e tanto dizia.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Que bobinha, logo eu que sempre soube que tudo se acaba.
Mas, você me fez acreditar.
Que toda amizade uma vez conquistada.
Nunca há de se apagar.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Não haverá mais luz do sol,
se eu te perder.
Não haverá céu claro,
se eu te perder.
Não haverá mais calor,
se eu te perder.
Não haverá mais sentido,
se eu te perder.
As nuvens, meus olhos
farão o mesmo se você for embora.
Todo dia, irá chover, chover e chover.