quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Ó CEUS, que vidinha heim?

- A vida é mesmo dura.
- E porque você pensa assim? Não chega a passar fome ou frio ou nenhuma dessas coisas.
- É que eu só tenho a impressão de viver dentro de uma enorme e vazia bola de gás, em constante rotação.


Tento me concentrar numa daquelas sensações antigas como alegria ou fé ou esperança.Mas só fico aqui parada, sem sentir nada, sem pedir nada, sem querer nada.
Tudo nessa vida tem seu lado bom...
E o ruim.
Contradição.
Se chove, as flores crescem... mas as ruas alagam.
Se faz sol, radia o calor... mas floresce a seca.
Se morrer, encontra a paz... mas se perde a vida.
Se amar, o coração sorri... mas a alma chora.
Você é chuva. Chuva que chove, mas não molha.

Óh, Porto Seguro não faça frio não!

Então quer dizer que o verão chegou?
De repente aqui em Porto Seguro esfriou e choveu.
Eitâ, chuva braba!
Pensei que fosse o inverno.
E nessa chuva fria eu fiquei com mais frio,
pois teu abraço não chegou.
Onde está o meu abraço que aquecia qualquer tempestade?

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Puff!

Já chega, disse pra mim mesma.
Acontecera um milagre hoje. Um milagre à toa, mas básico para quem, como eu, vivia cegamente nessa cidade infernal.
Mas eu tinha que ficar contente. E quando você quer, você fica. Comecei a ficar.
Afinal, aquele podia ser o primeiro passo para emergir do pântano de depressão e autopiedade onde refocilava há quase um ano.
Decepção.
E todas as coisas que eu lembrava, ou achava que lembrava, porque de tanto lembrar delas acabara por transformá-las em mera - e péssima - lembrança. Apenas, lembrança.
Hoje simplesmente, tudo que me importava tanto, não me importam mais.
Você conseguiu, conseguiu destruir tudo que eu sentia de bom por você.
Pois é Zézin, respiro finalmente aliviada agora.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Olhe bem!

Eu te desejo tudo que é do bem.
Em qualquer coisa, não importa o quê.
Desejo esperanças novinhas em folha, todos os dias.
Desejo bastante força pra você superar qualquer obstáculo.
Desejo toda a felicidade que o mundo possa te oferecer.
Desejo uma paz enorme que nem eu mesmo sei descrever.

Que friagem nenhuma seja capaz de esfriar esse calor tão bonito.
Que, mesmo quando estiver doendo,
não perca de vista e nem de sonho a ideia de se sentir feliz.
Tudo vai dar certo.
Vai ter amor, vai ter fé, vai ter alegria, se não tiver eu mesmo invento.

Céus, que chuva!

Ultimamente, só chove.
Chuva fria e forte.
Eu lidei pra conseguir me levantar daquela poça de lama toda!
Chegava num ponto em que eu queria desistir.
Mas eu voltava ao foco, em que era necessário um esforço muito grande,
era preciso um esforço extremamente grande.
Dei uns passos, mas como se faz?
Me perguntei, como é que se faz pra seguir em frente. Pé após pé.
É, cabeça erguida... e e e, não sei. Apenas caminhar.
Caminhar pela chuva porque esse era meu único sentido.
Seguir em frente, apesar da tempestade logo ali.
Até o sol finalmente raiar.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Eu vou…"

Ouvi o barulho do trêm, assim de longe. Da vista da minha janela.
Algo me dizia que era você.
É! Era você.
Indo embora, sem dizer adeus. Quem sabe, ou um até logo.
Não, peraí eu to chegando!
Calma, falta pouco. Eu to correndo! Eu sei que eu posso acabar tropeçando nessa caminhada até você, mas eu levanto. Juro que levanto! Eu caio, mas levanto por você.
Avancei o mais rápido que pude e quando te avistei eu me senti aliviada. Ufa!
Eu... enfim, consegui chegar a tempo.
Eu gritei, chamei seu nome.
E da janela do trêm
Você olhou.
Eu Sorri.
Queria te dizer apenas...
Peraí, eu ainda vou dizer. Mas, eu to cansada. Foram muitas trilhas
pra chegar até você. Eu sei, eu sei que eu não sou tão importante assim, mas mas mas... Eu sei, eu sei. Eu só quero o que eu não tenho, ou será que é justamente por não ter que eu quero? Não sei, não sei.
Opa, esse é o barulho que o trêm faz quando vai partir, né?
Eu sei que tenho pouco tempo.
Calma, me ouve! Eu só queria sua companhia. Foi muito pra você?
Não, eu não vim jogar nada sua cara. Todos os momentos que passei com você, foram ótimos. É, eu sei que essa minha tristeza sobre tudo é chata, bem chata. Essa insegurança é irritante e essa minha cabeça dura chega a ser cansativa. Eu entendo, entendo tudo. Eu não reclamo, eu agradeço. Mas, não é isso que eu quero te dizer. Não, eu não estou enrrolando. Eu não vou te impedir de partir, também. Você tem que seguir sua vida, buscar seus objetivos. Porque está tão quieto? Não, presta atenção! O céu está tão bonito, não está? Epa, Estou nervosa! Essa foi pra descontrair. Então... na verdade estou aqui pra dizer o que eu nunca tive coragem. Mas, eu tenho que te dizer uma coisa antes... nada foi em vão. Pelo menos pra mim. Bom, agora ta chegando a hora de dizer realmente o que eu quero te falar. Vou respirar fundo e vou dizer. Vou sim. Espera espera espera!! Não fica mais um pouco, me ouve... É que, sabe.. Eu te a...

Basta.

Eu só preciso de segurança e de atenção,
De alguém que sente comigo e fale:
Calma, eu estou com você e vou te proteger!
Nós vamos ser fortes...
juntos, juntos, juntos.

domingo, 27 de novembro de 2011

Um zé qualquer.

E aí, Zé.
É isso que tu chama de sinceridade?
Pois é Zé, o que é de verdade. O de verdade não existe.
Você é forte, Zé? Eu sou mais, sou mais.
Já chorei muito, já doeu muito esse meu coração, mas agora...
Bate aqui no meu peito, Zé? Tá sentindo o barulho de granito?
Quebrou o braço, Zé? Desculpa.

sábado, 26 de novembro de 2011

Porque?

"Você corre atrás das pessoas por medo de perde-las, mas quem corre atrás de você?"
Eu gritei, mas ninguém quis me ouvir.
Tentei fugir, mas ninguém me enxergou.
Eu escrevi, mas ninguém quis ler.
Tentei mostrar, mas ninguém me viu.
Eu pedi uma mão amiga, mas ninguém quis me dar.
Eu tentei, eu tentei e tentei pra que então me importar?

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Só agradeço.

É, porque a gente, alguma coisa dentro da gente, sempre sabe exatamente quando termina. Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas.
Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo.
Mesmo que a gente se perca, não importa. Que tenha se transformado em passado antes de virar futuro. Mas que seja bom o que vier, para você, para mim. Te escrevo, enfim, me ocorre agora, porque nem você nem eu somos descartáveis. E eu acho que é por isso que te escrevo, para cuidar de ti, para cuidar de mim – para não querer, violentamente não querer de maneira alguma ficar na sua memória, seu coração, sua cabeça, como uma sombra escura. Seja como for, continuo gostando muito de você - da mesma forma.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

,,,

Sabe, eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais. Comigo são sempre virgulas, aspas, reticências… eu vou gostando… eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou relevando, eu vou… e continuo indo, assim, desse jeito, sem virar páginas, sem colocar pontos…

E?

Eu sofro, eu tenho medo, me dá a tua mão, entende, por favor. Eu tenho medo, merda! Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas.Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda- roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois hoje é outro dia. Chorei. Apronto agora os meus pés na estrada. Ponho-me a caminhar sob sol e vento.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Lost.

Eu escrevi e fui atrás de você
Mas, essas ruas são tão vazias e cruéis.
Eu nunca deveria ter saído do meu sossego
Isso só são fatos que nunca sai dos papeis.

Daqui, eu não vejo nada de grandeza.
Sabe o que eu vejo?
Eu só vejo é tristeza.

É, eu não deveria ter saído do meu sossego.
Sem olhar pra trás
Joguei tudo pro alto
Que culpa eu tenho se eu sou fraca demais?

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Hey, olha aqui: :)

É nas pequenezas de um gesto que logo a gente se vê sorrindo.
Um bom dia, o meu dia já se torna melhor.
Um abraço. Um sorriso. Palavras e gestos tão simples, tão fáceis, tão necessários.
As imensas dunas se compõem de minúsculos grãos de areia...
O mais belo livro do mundo foi escrito letra por letra...
As mais belas canções são compostas por pequenas notas.
Pra se viver de verdade, não é necessário fazer ou passar por grandes feitos, espetáculos ou grandes demostrações. A vida é feita dos pequenos gestos, das pequenas atitudes. Um olhar, um sorriso, um abraço ou uma palavra, podem fazer toda a diferença.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Faz frio em Porto alegre.

Eu me perco diante do passado
E de como eu queria que voltasse a ser como era antes.
Você lembra?
Eu só queria saber se você está bem.
Que assim, eu me sinto bem também.
Preciso, apenas de uma mão amiga.
Ah, como eu me sinto sozinha!
Mas, te abraço e pego sua mão em pensamento
me vestindo na própria saudade.
Venha quando quiser, ligue, chame,
escreva - tem espaço no meu coração.
Você tá bem, você ta feliz?


Ele poeta, contemplando o espetáculo, disse que se sentia muito bem quando os dois estavam assim juntos.
Ela, com a timidez de sempre, mudou de assunto...
- O céu está tão bonito que não consigo definir a cor. Ela gostava das coisas simples da vida.
E o poeta disse:
- Eu tô contigo sempre que precisar.
Ela sorrio, ainda com os olhos presos no astro e repetiu:
- Sempre que precisar.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Odeio-o-êi.

Eu te odeio", disse ela para um garoto cujo crime único era o de não amá-la.
"Eu te odeio", disse muito apressada. Mas não sabia sequer como se fazia.
Como cavar na terra até encontrar a água negra, como abrir passagem na terra dura e chegar jamais a si mesma?

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Fecho os olhos sem saber o quê.

Tento chamar seu nome, mas minha boca nem abre.
Barulho de chuva, pneu, escuridão...
Lembrar seu rosto se tornou a minha ultima opção!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Das antigas.

Eu só consigo me afogar em meio as tuas frases doces. Eu preencho tua fala e engulo o silêncio áspero que grita. Você nunca soube das palavras que carreguei comigo. Eu queria te contar o quanto era feliz com um simples oi teu, dos risos que tenho quando olho para sua foto escondida e penso, como eu queria tocar esse seu rosto novamente. Eu poderia sufocar. Rir descontroladamente. Mas a maneira educada que encontrei. Foi deixar-te ir. Você veio como um sol de outono, fez um quentinho aqui no meu peito e se foi no escuro do inverno calculado que você articulou. Nunca escrevi teu nome pra decorar minha escrita, eu tropeço no dia-a-dia e deixo que tua ausência envolva uma magia que se desfez. É racional da minha parte descrever os caminhos que me levam a buscar por você?
Eu sonho com você despencando na minha vida e imagino algo tão colorido que
chega à cegar os olhos. Dói sentir o coração assim. É teu, pega. Guarda contigo, esse negócio de amor, não é pra mim. Eu vivo melhor na saudade. A realidade é apenas o começo de um choro contido. Eu to querendo dizer que não existe razão pra você ficar dentro do meu pensamento, eu te quero fora disso e estou deixando claro que preciso te jogar de um barranco chamado esperança. Eu desisto, fecho a porta para todos os seus sorrisos, coloco um ponto final em todas essas suas lembranças.
Será um bem que me fará, melhor sonhar com sorrisos contidos do que colecionar lágrimas em caixinhas de presente para enfeitar uma cavidade oca do meu peito. Não vá pensar que sentirei o peso da agonia me atingindo, pois com isso eu bem que sei lidar. Não espero que teus olhos se juntem aos meus. Se tiver algo que me faça sorrir de novo eu aceito.Aqui na minha boca a saudade virou um brinquedo perigoso e estou tentando deixá-la fora do jogo. A vida lá fora me chama, um grito que emudece as minhas cordas vocais exprimem a simplicidade de sentimentos contraditórios.
Eu posso sentir o mesmo sorriso no canto direito dos meus lábios, o mesmo que eu sorria tanto ao ver você, mas agora me vejo solta e percebo que a perfeição nunca me acolheu, acho que ficaria bonita tendo um sorriso só meu.
Você imaginava que minhas lágrimas eram de compaixão à tua bendita sina apaixonada sem direção. Mas não, eu ardia em fogo brando pra tentar segurar a onda de te ver caído por ela e não por mim. Agora eu deixo você ir, mesmo sem nunca ter vindo.

domingo, 2 de outubro de 2011

Easy!

Cito Aristóteles e Platão, aplaudo ferros retorcidos em galerias de arte, leio poesia concreta, compro telas abstratas, fico fascinada com um arranjo techno para uma música clássica e assisto sem legenda o mais recente filme romeno: FAZ DE CONTA QUE EU ENTENDO.

Digo que perdôo, ofereço cafezinho, lembro dos bons momentos, digo que os ruins ficaram no passado, que já não lembro de nada, pessoas maduras sabem que toda mágoa é peso morto: FAZ DE CONTA QUE EU NÃO ME IMPORTO.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Finalmente o fim.

O destino é mesmo cruel.
Achei que no final ele poderia ter nos unido. Mas não foi bem assim!
É, não me sobrou nada. Ilusão é imaginar que você poderia ser o mesmo com o qual eu escrevi tantas e tantas vezes. Mas, exceto pela solidão. Agora não há ninguém a minha espera. A alegria, se é que isso existe, me aparece sob uma luz muito fraca, como se alguém a houvesse apagado sem que nem ela pudesse ter suspeitado. Às vezes acho que ela nos espera na sombra, com uma calma que mais parece uma farsa, mas em outras com um olhar misterioso, como se eu a tivesse expulsado, mas ela no fim tivesse me perdoado. Às vezes finjo que estou bem e acabo ficando. Mas quando a vista embaça, não fica nada além dessa expressão devastada. Só a incerteza ilumina nosso caminho. Nos vestimos de silêncios, até que não restasse mais nada para ser dito. Não tivemos a morte que sonhamos, mas sim a qual eu merecia. Todos têm uma história. E a nossa? Agora eu aperto o livro contra o peito... Era hora de virar página. Mas pensando bem, o melhor a se fazer é queimá-la.

domingo, 4 de setembro de 2011

Vem, antes que eu me vá,
antes que seja tarde demais.
Vem, que eu não tenho ninguém e te quero junto a mim.
Vem, que eu te ensinarei a voar.
Vem, que eu te espero.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Eu me lembro quando tudo começou
Era apenas coisas simples de se ter
Nós dizíamos que era pra durar
E que mal podíamos um dia saber
(...)

Não importa quanto tempo vai durar.
Não nado contra.
Prefiro conversar sobre a vida, a paz e a guerra.
E como nos sentimos sós quando o vento sopra a vela.
Será que nada faz parar todo esse cinza na janela?

terça-feira, 9 de agosto de 2011

(...)

Que minha solidão me sirva de companhia.
que eu tenha a coragem de me enfrentar.
que eu saiba ficar com o nada
e mesmo assim me sentir
como se estivesse plena de tudo.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

E agora, José?

E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, você?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José?


Carlos Drummond de Andrade‏.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Porque ultimamente eu não sei mais em que página você está.
Pode ser uma simples complicação, falhas de comunicação que levam a cair.
É, tantas coisas que eu queria que você soubesse.
Mas, são muitos muros que eu não posso quebrar.
Eu poderia dizer que sinto sua falta.
Mas, eu nunca ouvi um silêncio tão alto como esse.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Vamos se embora!

Seguirei em frente, sem olhar pra trás dessa vez.
Buscando um futuro certo pra mim. Se vai dar certo? Quem é que sabe...
Se embora! Que o trêm já está partindo, uma pena não te avistar por aqui. Tudo não se passa de uma longa e imensa viagem de trem, cheia de embarques e desembarques, algumas despedidas, surpresas agradáveis em alguns embarques e grandes tristezas em outros. Pois é, a vida é realmente como um trem em movimento, onde talvez as oportunidades não voltem, então não perderei mais tempo esperando o próximo, até mais!


É o trem que vai, poderia tambem voltar, mas pra essa viagem que é a vida, existe mesmo bilhete só de IDA.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Roulette.

Não é tão ruim! Não é tão ruim!
Era a verdade.
Não era tão ruim.
Não era!
Não era o fim do mundo, não de novo.
Era só o fim daquela pequena paz que havia ficado pra trás.
Era só isso.

Recomeço ?

A vida é uma cachoeira
Nós bebemos do rio
Depois nos viramos e impomos nossas barreiras
Nadando através do vazio,
Nos escutamos a palavra,
Nós nos perdemos
Mas encontramos.