Tento chamar seu nome, mas minha boca nem abre.
Barulho de chuva, pneu, escuridão...
Lembrar seu rosto se tornou a minha ultima opção!
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Das antigas.
Eu só consigo me afogar em meio as tuas frases doces. Eu preencho tua fala e engulo o silêncio áspero que grita. Você nunca soube das palavras que carreguei comigo. Eu queria te contar o quanto era feliz com um simples oi teu, dos risos que tenho quando olho para sua foto escondida e penso, como eu queria tocar esse seu rosto novamente. Eu poderia sufocar. Rir descontroladamente. Mas a maneira educada que encontrei. Foi deixar-te ir. Você veio como um sol de outono, fez um quentinho aqui no meu peito e se foi no escuro do inverno calculado que você articulou. Nunca escrevi teu nome pra decorar minha escrita, eu tropeço no dia-a-dia e deixo que tua ausência envolva uma magia que se desfez. É racional da minha parte descrever os caminhos que me levam a buscar por você?
Eu sonho com você despencando na minha vida e imagino algo tão colorido que
chega à cegar os olhos. Dói sentir o coração assim. É teu, pega. Guarda contigo, esse negócio de amor, não é pra mim. Eu vivo melhor na saudade. A realidade é apenas o começo de um choro contido. Eu to querendo dizer que não existe razão pra você ficar dentro do meu pensamento, eu te quero fora disso e estou deixando claro que preciso te jogar de um barranco chamado esperança. Eu desisto, fecho a porta para todos os seus sorrisos, coloco um ponto final em todas essas suas lembranças.
Será um bem que me fará, melhor sonhar com sorrisos contidos do que colecionar lágrimas em caixinhas de presente para enfeitar uma cavidade oca do meu peito. Não vá pensar que sentirei o peso da agonia me atingindo, pois com isso eu bem que sei lidar. Não espero que teus olhos se juntem aos meus. Se tiver algo que me faça sorrir de novo eu aceito.Aqui na minha boca a saudade virou um brinquedo perigoso e estou tentando deixá-la fora do jogo. A vida lá fora me chama, um grito que emudece as minhas cordas vocais exprimem a simplicidade de sentimentos contraditórios.
Eu posso sentir o mesmo sorriso no canto direito dos meus lábios, o mesmo que eu sorria tanto ao ver você, mas agora me vejo solta e percebo que a perfeição nunca me acolheu, acho que ficaria bonita tendo um sorriso só meu.
Você imaginava que minhas lágrimas eram de compaixão à tua bendita sina apaixonada sem direção. Mas não, eu ardia em fogo brando pra tentar segurar a onda de te ver caído por ela e não por mim. Agora eu deixo você ir, mesmo sem nunca ter vindo.
Eu sonho com você despencando na minha vida e imagino algo tão colorido que
chega à cegar os olhos. Dói sentir o coração assim. É teu, pega. Guarda contigo, esse negócio de amor, não é pra mim. Eu vivo melhor na saudade. A realidade é apenas o começo de um choro contido. Eu to querendo dizer que não existe razão pra você ficar dentro do meu pensamento, eu te quero fora disso e estou deixando claro que preciso te jogar de um barranco chamado esperança. Eu desisto, fecho a porta para todos os seus sorrisos, coloco um ponto final em todas essas suas lembranças.
Será um bem que me fará, melhor sonhar com sorrisos contidos do que colecionar lágrimas em caixinhas de presente para enfeitar uma cavidade oca do meu peito. Não vá pensar que sentirei o peso da agonia me atingindo, pois com isso eu bem que sei lidar. Não espero que teus olhos se juntem aos meus. Se tiver algo que me faça sorrir de novo eu aceito.Aqui na minha boca a saudade virou um brinquedo perigoso e estou tentando deixá-la fora do jogo. A vida lá fora me chama, um grito que emudece as minhas cordas vocais exprimem a simplicidade de sentimentos contraditórios.
Eu posso sentir o mesmo sorriso no canto direito dos meus lábios, o mesmo que eu sorria tanto ao ver você, mas agora me vejo solta e percebo que a perfeição nunca me acolheu, acho que ficaria bonita tendo um sorriso só meu.
Você imaginava que minhas lágrimas eram de compaixão à tua bendita sina apaixonada sem direção. Mas não, eu ardia em fogo brando pra tentar segurar a onda de te ver caído por ela e não por mim. Agora eu deixo você ir, mesmo sem nunca ter vindo.
domingo, 2 de outubro de 2011
Easy!
Cito Aristóteles e Platão, aplaudo ferros retorcidos em galerias de arte, leio poesia concreta, compro telas abstratas, fico fascinada com um arranjo techno para uma música clássica e assisto sem legenda o mais recente filme romeno: FAZ DE CONTA QUE EU ENTENDO.
Digo que perdôo, ofereço cafezinho, lembro dos bons momentos, digo que os ruins ficaram no passado, que já não lembro de nada, pessoas maduras sabem que toda mágoa é peso morto: FAZ DE CONTA QUE EU NÃO ME IMPORTO.
Digo que perdôo, ofereço cafezinho, lembro dos bons momentos, digo que os ruins ficaram no passado, que já não lembro de nada, pessoas maduras sabem que toda mágoa é peso morto: FAZ DE CONTA QUE EU NÃO ME IMPORTO.
Assinar:
Postagens (Atom)