Eu te desejo tudo que é do bem.
Em qualquer coisa, não importa o quê.
Desejo esperanças novinhas em folha, todos os dias.
Desejo bastante força pra você superar qualquer obstáculo.
Desejo toda a felicidade que o mundo possa te oferecer.
Desejo uma paz enorme que nem eu mesmo sei descrever.
Que friagem nenhuma seja capaz de esfriar esse calor tão bonito.
Que, mesmo quando estiver doendo,
não perca de vista e nem de sonho a ideia de se sentir feliz.
Tudo vai dar certo.
Vai ter amor, vai ter fé, vai ter alegria, se não tiver eu mesmo invento.
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Céus, que chuva!
Ultimamente, só chove.
Chuva fria e forte.
Eu lidei pra conseguir me levantar daquela poça de lama toda!
Chegava num ponto em que eu queria desistir.
Mas eu voltava ao foco, em que era necessário um esforço muito grande,
era preciso um esforço extremamente grande.
Dei uns passos, mas como se faz?
Me perguntei, como é que se faz pra seguir em frente. Pé após pé.
É, cabeça erguida... e e e, não sei. Apenas caminhar.
Caminhar pela chuva porque esse era meu único sentido.
Seguir em frente, apesar da tempestade logo ali.
Até o sol finalmente raiar.
Chuva fria e forte.
Eu lidei pra conseguir me levantar daquela poça de lama toda!
Chegava num ponto em que eu queria desistir.
Mas eu voltava ao foco, em que era necessário um esforço muito grande,
era preciso um esforço extremamente grande.
Dei uns passos, mas como se faz?
Me perguntei, como é que se faz pra seguir em frente. Pé após pé.
É, cabeça erguida... e e e, não sei. Apenas caminhar.
Caminhar pela chuva porque esse era meu único sentido.
Seguir em frente, apesar da tempestade logo ali.
Até o sol finalmente raiar.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Eu vou…"
Ouvi o barulho do trêm, assim de longe. Da vista da minha janela.
Algo me dizia que era você.
É! Era você.
Indo embora, sem dizer adeus. Quem sabe, ou um até logo.
Não, peraí eu to chegando!
Calma, falta pouco. Eu to correndo! Eu sei que eu posso acabar tropeçando nessa caminhada até você, mas eu levanto. Juro que levanto! Eu caio, mas levanto por você.
Avancei o mais rápido que pude e quando te avistei eu me senti aliviada. Ufa!
Eu... enfim, consegui chegar a tempo.
Eu gritei, chamei seu nome.
E da janela do trêm
Você olhou.
Eu Sorri.
Queria te dizer apenas...
Peraí, eu ainda vou dizer. Mas, eu to cansada. Foram muitas trilhas
pra chegar até você. Eu sei, eu sei que eu não sou tão importante assim, mas mas mas... Eu sei, eu sei. Eu só quero o que eu não tenho, ou será que é justamente por não ter que eu quero? Não sei, não sei.
Opa, esse é o barulho que o trêm faz quando vai partir, né?
Eu sei que tenho pouco tempo.
Calma, me ouve! Eu só queria sua companhia. Foi muito pra você?
Não, eu não vim jogar nada sua cara. Todos os momentos que passei com você, foram ótimos. É, eu sei que essa minha tristeza sobre tudo é chata, bem chata. Essa insegurança é irritante e essa minha cabeça dura chega a ser cansativa. Eu entendo, entendo tudo. Eu não reclamo, eu agradeço. Mas, não é isso que eu quero te dizer. Não, eu não estou enrrolando. Eu não vou te impedir de partir, também. Você tem que seguir sua vida, buscar seus objetivos. Porque está tão quieto? Não, presta atenção! O céu está tão bonito, não está? Epa, Estou nervosa! Essa foi pra descontrair. Então... na verdade estou aqui pra dizer o que eu nunca tive coragem. Mas, eu tenho que te dizer uma coisa antes... nada foi em vão. Pelo menos pra mim. Bom, agora ta chegando a hora de dizer realmente o que eu quero te falar. Vou respirar fundo e vou dizer. Vou sim. Espera espera espera!! Não fica mais um pouco, me ouve... É que, sabe.. Eu te a...
Algo me dizia que era você.
É! Era você.
Indo embora, sem dizer adeus. Quem sabe, ou um até logo.
Não, peraí eu to chegando!
Calma, falta pouco. Eu to correndo! Eu sei que eu posso acabar tropeçando nessa caminhada até você, mas eu levanto. Juro que levanto! Eu caio, mas levanto por você.
Avancei o mais rápido que pude e quando te avistei eu me senti aliviada. Ufa!
Eu... enfim, consegui chegar a tempo.
Eu gritei, chamei seu nome.
E da janela do trêm
Você olhou.
Eu Sorri.
Queria te dizer apenas...
Peraí, eu ainda vou dizer. Mas, eu to cansada. Foram muitas trilhas
pra chegar até você. Eu sei, eu sei que eu não sou tão importante assim, mas mas mas... Eu sei, eu sei. Eu só quero o que eu não tenho, ou será que é justamente por não ter que eu quero? Não sei, não sei.
Opa, esse é o barulho que o trêm faz quando vai partir, né?
Eu sei que tenho pouco tempo.
Calma, me ouve! Eu só queria sua companhia. Foi muito pra você?
Não, eu não vim jogar nada sua cara. Todos os momentos que passei com você, foram ótimos. É, eu sei que essa minha tristeza sobre tudo é chata, bem chata. Essa insegurança é irritante e essa minha cabeça dura chega a ser cansativa. Eu entendo, entendo tudo. Eu não reclamo, eu agradeço. Mas, não é isso que eu quero te dizer. Não, eu não estou enrrolando. Eu não vou te impedir de partir, também. Você tem que seguir sua vida, buscar seus objetivos. Porque está tão quieto? Não, presta atenção! O céu está tão bonito, não está? Epa, Estou nervosa! Essa foi pra descontrair. Então... na verdade estou aqui pra dizer o que eu nunca tive coragem. Mas, eu tenho que te dizer uma coisa antes... nada foi em vão. Pelo menos pra mim. Bom, agora ta chegando a hora de dizer realmente o que eu quero te falar. Vou respirar fundo e vou dizer. Vou sim. Espera espera espera!! Não fica mais um pouco, me ouve... É que, sabe.. Eu te a...
Basta.
Eu só preciso de segurança e de atenção,
De alguém que sente comigo e fale:
Calma, eu estou com você e vou te proteger!
Nós vamos ser fortes...
juntos, juntos, juntos.
De alguém que sente comigo e fale:
Calma, eu estou com você e vou te proteger!
Nós vamos ser fortes...
juntos, juntos, juntos.
domingo, 27 de novembro de 2011
Um zé qualquer.
E aí, Zé.
É isso que tu chama de sinceridade?
Pois é Zé, o que é de verdade. O de verdade não existe.
Você é forte, Zé? Eu sou mais, sou mais.
Já chorei muito, já doeu muito esse meu coração, mas agora...
Bate aqui no meu peito, Zé? Tá sentindo o barulho de granito?
Quebrou o braço, Zé? Desculpa.
É isso que tu chama de sinceridade?
Pois é Zé, o que é de verdade. O de verdade não existe.
Você é forte, Zé? Eu sou mais, sou mais.
Já chorei muito, já doeu muito esse meu coração, mas agora...
Bate aqui no meu peito, Zé? Tá sentindo o barulho de granito?
Quebrou o braço, Zé? Desculpa.
sábado, 26 de novembro de 2011
Porque?
"Você corre atrás das pessoas por medo de perde-las, mas quem corre atrás de você?"
Eu gritei, mas ninguém quis me ouvir.
Tentei fugir, mas ninguém me enxergou.
Eu escrevi, mas ninguém quis ler.
Tentei mostrar, mas ninguém me viu.
Eu pedi uma mão amiga, mas ninguém quis me dar.
Eu tentei, eu tentei e tentei pra que então me importar?
Eu gritei, mas ninguém quis me ouvir.
Tentei fugir, mas ninguém me enxergou.
Eu escrevi, mas ninguém quis ler.
Tentei mostrar, mas ninguém me viu.
Eu pedi uma mão amiga, mas ninguém quis me dar.
Eu tentei, eu tentei e tentei pra que então me importar?
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Só agradeço.
É, porque a gente, alguma coisa dentro da gente, sempre sabe exatamente quando termina. Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas.
Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo.
Mesmo que a gente se perca, não importa. Que tenha se transformado em passado antes de virar futuro. Mas que seja bom o que vier, para você, para mim. Te escrevo, enfim, me ocorre agora, porque nem você nem eu somos descartáveis. E eu acho que é por isso que te escrevo, para cuidar de ti, para cuidar de mim – para não querer, violentamente não querer de maneira alguma ficar na sua memória, seu coração, sua cabeça, como uma sombra escura. Seja como for, continuo gostando muito de você - da mesma forma.
Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo.
Mesmo que a gente se perca, não importa. Que tenha se transformado em passado antes de virar futuro. Mas que seja bom o que vier, para você, para mim. Te escrevo, enfim, me ocorre agora, porque nem você nem eu somos descartáveis. E eu acho que é por isso que te escrevo, para cuidar de ti, para cuidar de mim – para não querer, violentamente não querer de maneira alguma ficar na sua memória, seu coração, sua cabeça, como uma sombra escura. Seja como for, continuo gostando muito de você - da mesma forma.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
,,,
Sabe, eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais. Comigo são sempre virgulas, aspas, reticências… eu vou gostando… eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou relevando, eu vou… e continuo indo, assim, desse jeito, sem virar páginas, sem colocar pontos…
E?
Eu sofro, eu tenho medo, me dá a tua mão, entende, por favor. Eu tenho medo, merda! Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas.Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda- roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois hoje é outro dia. Chorei. Apronto agora os meus pés na estrada. Ponho-me a caminhar sob sol e vento.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Lost.
Eu escrevi e fui atrás de você
Mas, essas ruas são tão vazias e cruéis.
Eu nunca deveria ter saído do meu sossego
Isso só são fatos que nunca sai dos papeis.
Daqui, eu não vejo nada de grandeza.
Sabe o que eu vejo?
Eu só vejo é tristeza.
É, eu não deveria ter saído do meu sossego.
Sem olhar pra trás
Joguei tudo pro alto
Que culpa eu tenho se eu sou fraca demais?
Mas, essas ruas são tão vazias e cruéis.
Eu nunca deveria ter saído do meu sossego
Isso só são fatos que nunca sai dos papeis.
Daqui, eu não vejo nada de grandeza.
Sabe o que eu vejo?
Eu só vejo é tristeza.
É, eu não deveria ter saído do meu sossego.
Sem olhar pra trás
Joguei tudo pro alto
Que culpa eu tenho se eu sou fraca demais?
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Hey, olha aqui: :)
É nas pequenezas de um gesto que logo a gente se vê sorrindo.
Um bom dia, o meu dia já se torna melhor.
Um abraço. Um sorriso. Palavras e gestos tão simples, tão fáceis, tão necessários.
As imensas dunas se compõem de minúsculos grãos de areia...
O mais belo livro do mundo foi escrito letra por letra...
As mais belas canções são compostas por pequenas notas.
Pra se viver de verdade, não é necessário fazer ou passar por grandes feitos, espetáculos ou grandes demostrações. A vida é feita dos pequenos gestos, das pequenas atitudes. Um olhar, um sorriso, um abraço ou uma palavra, podem fazer toda a diferença.
Um bom dia, o meu dia já se torna melhor.
Um abraço. Um sorriso. Palavras e gestos tão simples, tão fáceis, tão necessários.
As imensas dunas se compõem de minúsculos grãos de areia...
O mais belo livro do mundo foi escrito letra por letra...
As mais belas canções são compostas por pequenas notas.
Pra se viver de verdade, não é necessário fazer ou passar por grandes feitos, espetáculos ou grandes demostrações. A vida é feita dos pequenos gestos, das pequenas atitudes. Um olhar, um sorriso, um abraço ou uma palavra, podem fazer toda a diferença.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Faz frio em Porto alegre.
Eu me perco diante do passado
E de como eu queria que voltasse a ser como era antes.
Você lembra?
Eu só queria saber se você está bem.
Que assim, eu me sinto bem também.
Preciso, apenas de uma mão amiga.
Ah, como eu me sinto sozinha!
Mas, te abraço e pego sua mão em pensamento
me vestindo na própria saudade.
Venha quando quiser, ligue, chame,
escreva - tem espaço no meu coração.
Você tá bem, você ta feliz?
Ele poeta, contemplando o espetáculo, disse que se sentia muito bem quando os dois estavam assim juntos.
Ela, com a timidez de sempre, mudou de assunto...
- O céu está tão bonito que não consigo definir a cor. Ela gostava das coisas simples da vida.
E o poeta disse:
- Eu tô contigo sempre que precisar.
Ela sorrio, ainda com os olhos presos no astro e repetiu:
- Sempre que precisar.
E de como eu queria que voltasse a ser como era antes.
Você lembra?
Eu só queria saber se você está bem.
Que assim, eu me sinto bem também.
Preciso, apenas de uma mão amiga.
Ah, como eu me sinto sozinha!
Mas, te abraço e pego sua mão em pensamento
me vestindo na própria saudade.
Venha quando quiser, ligue, chame,
escreva - tem espaço no meu coração.
Você tá bem, você ta feliz?
Ele poeta, contemplando o espetáculo, disse que se sentia muito bem quando os dois estavam assim juntos.
Ela, com a timidez de sempre, mudou de assunto...
- O céu está tão bonito que não consigo definir a cor. Ela gostava das coisas simples da vida.
E o poeta disse:
- Eu tô contigo sempre que precisar.
Ela sorrio, ainda com os olhos presos no astro e repetiu:
- Sempre que precisar.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Odeio-o-êi.
Eu te odeio", disse ela para um garoto cujo crime único era o de não amá-la.
"Eu te odeio", disse muito apressada. Mas não sabia sequer como se fazia.
Como cavar na terra até encontrar a água negra, como abrir passagem na terra dura e chegar jamais a si mesma?
"Eu te odeio", disse muito apressada. Mas não sabia sequer como se fazia.
Como cavar na terra até encontrar a água negra, como abrir passagem na terra dura e chegar jamais a si mesma?
Assinar:
Postagens (Atom)