domingo, 27 de novembro de 2011

Um zé qualquer.

E aí, Zé.
É isso que tu chama de sinceridade?
Pois é Zé, o que é de verdade. O de verdade não existe.
Você é forte, Zé? Eu sou mais, sou mais.
Já chorei muito, já doeu muito esse meu coração, mas agora...
Bate aqui no meu peito, Zé? Tá sentindo o barulho de granito?
Quebrou o braço, Zé? Desculpa.

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